Previsões feitas ao longo dos anos

Previsão feita em setembro de 2007:

"Os bancos do mundo deixarão de emprestar 2 trilhões de dólares em 2008, só para poder se enquadrar nos ditames de Basiléia I e II. Um tiro no pé dos bancos e na economia do planeta."

No artigo "A Origem da Crise Mundial", Revista Veja, Editora Abril, edição 2024, ano 40, nº 35.

Confirmada em 5 de dezembro de 2008:

"Oppenheimer & Co analyst Meredith Whitney, among the earliest to turn bearish on the sector, said she expects lenders to pull more than $2 trillion of credit lines over the next 18 months, with severe consequences for U.S. consumers."


Em 2001 Kanitz previu que Lula seria eleito devido à péssima avaliação do Governo FHC, pois entre líderes comunitários o percentual era de 83% de Péssimo e Ruim, na pesquisa elaborada pelo nosso site Filantropia.org. Sua análise em “O Poder do Terceiro Setor”, de que Lula teve apoio maciço do Terceiro Setor, foi contestada por cientistas políticos que atribuem a outras causas a vitória de Lula.

Em Dezembro de 2005, o Ibase sugere que o “apoio à reeleição de Lula não será automático como em 2002”. Uma manchete de O Estado de São Paulo diz “Entidades acusam Governo de descaso com movimentos sociais.”

Isto poderá lhe custar 20 milhões de votos, contrabalançando o Bolsa Família, a aposta para a reeleição.

Em 2006, o candidato da oposição que demonstrar boa capacidade gerencial será um forte candidato à sucessão de Lula. João Paulo Cunha, do PT, já o alertou que "se houver um bom administrador, ele conquistará o eleitorado da periferia". Previsão feita na Revista Veja, janeiro de 2005.

Agosto 2005 - Slogan de um pré-candidato do PSDB

“O Brasil precisa de um gerente: Geraldo Presidente"

Palestras: ONA (16/06/05), 11º Encontro de RH - Campinas ( 15/06/05), Goodyear do Brasil (15/04/05), Petrobras / REVAP (23/03/05), APAS (24/02/05), Avaya (15/12/04), General Electric do Brasil (14/12/04), SEBRAE / RN (10/12/04), Enterasys Network (17/11/04)

“O superávit externo de 36 bilhões blinda o governo Lula de qualquer crise externa ou interna que vier a ocorrer."

De fato, no meio do maior escândalo político da nossa história, o dólar não subiu, não houve fuga de capitais e a bolsa não despencou.

Artigos: "O fim dos paraísos fiscais", Veja 2001, e "Dólares na Suíça, Filhos no Brasil", Veja 1999

“Está na hora de trazer pelo menos uma parte de seu dinheiro da Suíça neste ano, e o resto, devagarzinho.

Os juros lá fora cairão e o dólar também.”

“No artigo "Dólares na Suíça, Filhos no Brasil", eu alertava os brasileiros a trazer seu dinheiro frio de volta nos dez anos seguintes. Há quem diga que esse prazo encurtou para um ano.”

O que ocorreu: Quem trouxe o dinheiro de volta seguindo meu conselho, vendeu seus dólares entre R$ 2,80 a R$3,80, dobrou o dinheiro se aplicado em títulos ou ações. Quem ficou com o dinheiro na Suíça, perdeu 30% no mínimo, e agora vai ser chamado depois da devassa nos escritórios de advocacia que faziam lavagem de dinheiro.
Artigo: O perigoso endividamento da empresa brasileira, Revista Exame 1978

O artigo alertava para o crescente e perigoso endividamento das empresas brasileiras.

Previsão feita três anos antes da crise da dívida externa de 1981.
Capa: "Kanitz prevê 8 anos de recessão", Revista Diretor Lojista 1984

Kanitz foi um dos poucos comentaristas a prever o que hoje chamamos de "A Década Perdida", de 1980 a 1990.

Depois de dois acordos com o FMI, a maioria dos estudiosos previa a retomada do crescimento.

Previsão: O fim da inflação, feita em 1993.

"Virá um Plano, chamado “Luca Paccioli”, um plano inovador baseado na idéia de criar uma contabilidade forte no país, abandonando a idéia sempre perseguida de se criar uma moeda forte com juros altos e recessão. Contabilizaremos tudo em nossa economia por 4 meses numa moeda contábil forte, trocaremos o cruzeiro por esta moeda e a inflação inercial acabará. Quem investir na frente, quem oferecer prazos de crédito mais longo para seus clientes sairá ganhando".

Palestra feita para a Refinações de Milho Brasil em 1993, e mais 10 empresas.

Previsão: O novo modelo industrial brasileiro será voltado aos produtos populares, capítulo do livro "O Brasil Que Dá Certo" publicado em 1994.

"A nova forma para se ganhar dinheiro no Brasil será concentrar-se no mercado de baixa renda. O antigo Modelo Industrial de produzir e vender para os 10% mais ricos não terá mais sucesso.Empresas que continuaram vendendo para a classe média alta tiveram em 1995 enormes prejuízos com inadimplência".

Japan's Ability to Lend

Previsão: A recessão no Japão se manterá até 2003”, " The Emerging Economic Boom", publicado em 1995

De fato, o Japão se manteve em recessão por muito mais tempo do que os economistas americanos e europeus acreditavam na época.

Ninguém previu que ela se manteria até 2003. No primeiro trimestre de 2003 o Japão deu os primeiros sinais de melhoria.

Voltam os investimentos externos.
(Investimentos e Empréstimos
em bilhão US$)
 

Previsão: Investimentos externos deverão atingir média de 32 bilhões por ano entre 1995 - 2000, previsão feita em 1994.

O Brasil se tornou, em 1998, o segundo maior receptor de capitais depois da China neste período.

Página 45 do livro "O Brasil Que Dá Certo".

 
Projeção da margem de lucros
(lucros sobre vendas em %).

Previsão: Margens de lucro sobre vendas cairão de 4% sobre vendas, média dos anos 80, para somente 2% em 2000.

Página 50 do livro "O Brasil Que Dá Certo".

Palestras para sindicatos: as empresas foram alertadas a mudar a estratégia de nicho, para a estratégia de vendas por volume. A média de rentabilidade das 500 maiores empresas entre 1995-2000, segundo Melhores e Maiores, acabou confirmando essa previsão, ficando em 2,3%.

Previsão: Títulos à prova de inflação americana são a solução para a dívida externa do Governo Brasileiro, publicado em dezenas de artigos entre 1984 e 1986, inclusive o Wall Street Journal de 21 de setembro de 1984.

Kanitz acabou sendo convidado pelo então Ministro do Planejamento para introduzir estes títulos no mercado americano que baixariam os juros de 9% para 3% ao ano. Com a moratória do Ministro Funaro, estes títulos brasileiros não se concretizaram.

A idéia acabou sendo usada pelo Governo Americano que a implantou para reduzir a sua própria dívida interna criando o TIPS, Treasury Inflation Protected Securities, o que permitiu a economia de bilhões de dólares em termo de fluxo de caixa e juros. A não adoção desta idéia brasileira, custou ao Brasil no mínimo 30 bilhões de dólares a mais de despesas e fluxo de caixa negativo.

Plano de Renegociação da Dívida

Endosso da Revista ao Plano de Renegociação da Dívida Externa proposta por Kanitz em 1983, que transformaria os títulos brasileiros em ouro, daí o termo Alquimista.

O Plano acabou sendo adotado pelos Estados Unidos que lançou os TIPS, Treasury Inflation Protected Securities.

O Governo brasileiro preferiu fazer a Moratória a abaixar os juros, gerando a década perdida de 80.

Previsões Atuais
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